Decisão inédita da Justiça pode beneficiar engenheiros de todo Brasil

Atenção engenheiros de todo Brasil! Apesar de ainda ser em caráter liminar, uma decisão inédita na Justiça Federal do Amazonas já é considerada uma das melhores notícias do ano para engenheiros brasileiros, ainda mais aqueles que estão interessados em se regularizar perante ao CREA.

 

Um rapaz que se formou em Engenharia Eletrônica e complementou seus estudos com um mestrado em Engenharia Aeronáutica pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) conseguiu na Justiça o direito do chamado “aumento de atribuição profissional”. Com isso, agora ele poderá utilizar também  o título de Engenheiro Aeronáutico oficialmente, como na carteira de trabalho e no CREA.

A Resolução do CONFEA 1.073/2016 revogou a Resolução 1.010/2005 e autorizou que cursos de pós-graduação, lato e stricto sensu, e formação sequencial deem direito a nova habilitação de trabalho, não limitada à chamada “árvore de títulos”.

Como funcionava antes

Antes da liminar ser emitida, um engenheiro só era habilitado a desenvolver projetos dentro de sua “árvore de títulos”, que nada mais é do que as áreas relacionadas e próximas ao seu curso de origem. Para adquirir um título de engenheiro distinto era necessário realizar uma nova graduação.

“Meu cliente fez mestrado no ITA, mas parece que isso não teve peso para o CREA-AM. Ele entrou com processo administrativo para pedir o reconhecimento do título, mas eles negaram dizendo que o curso do ITA deveria estar registrado no CREA de origem, que seria o de São Paulo”, revelou, Maria Eugênia Muro, advogada responsável pelo caso.

 

A decisão foi apenas em caráter liminar e espera decisão em primeiro instância, entretanto, o clima de otimismo toma conta de todos os interessados, já que a decisão mostra um entendimento positivo da situação e pode abrir brecha para pedidos de engenheiros que vivenciam a mesmo situação.

“Já podemos ver uma tendência do Judiciário de priorizar o acesso a mais possibilidades de trabalho para os engenheiros”, conta com esperança Maria Eugênia.

Fonte: Exame

Eaton amplia planta de Porto Feliz, que passa a ter cinco unidades de negócios

A Eaton ampliou sua unidade industrial de Porto Feliz (SP) e passa a produzir a linha de comando e sinalização Blindex e se tornou o Centro de Distribuição dos produtos fabricados globalmente pela empresa, como as linhas Moeller, Bussmann, Eletromec, Life Safety e Lighting. A planta já abrigava a linha de produção de religadores e a montagem de bancos de capacitores provenientes da aquisição da Cooper Industries.

Com uma área de 92 mil m², a empresa recebeu ainda o Centro de Excelência de Reparo e Manutenção de Disjuntores.

Para o gerente desta Unidade de Negócios da Eaton, Marcio Rigato Hernandes, a decisão pela expansão foi impulsionada pela vantagem de integrar as operações e trouxe competitividade à companhia, evidenciada pelos resultados de desempenho em 2017 das linhas de religadores, que são fornecidos para concessionárias de energia elétrica. Para o executivo, a demanda para 2018 deverá aumentar, mas ainda depende das privatizações do setor de distribuição, que podem ocorrer no próximo ano.

Industria da engenharia

A Eaton é uma empresa de gerenciamento de energia que encerrou o ano de 2016 com US$ 19,7 bilhões em vendas, montante do qual US$ 12,6 bilhões corresponde ao segmento elétrico. O Brasil representa, aproximadamente, 35% do faturamento da América Latina na divisão de elétrica. No que diz respeito ao segmento automotivo da empresa, o Brasil é o maior mercado latino.

Lançamentos

Outra expansão anunciada da empresa diz respeito à linha de nobreaks 93 PM. O modelo de 208 / 220 V foi acrescentado à família e apresenta uma implantação flexível, oferecendo benefícios que aumentam a continuidade do negócio e reduzem o custo total de propriedade (TCO) em relação à infraestrutura crítica.

O novo nobreak utiliza tecnologia de bateria íon-lítio e possui tecnologia intercambiável, permitindo que os técnicos substituam módulos de energia em minutos enquanto a unidade está online para operação contínua.

O nobreak 9 PX nos modelos de 1 kVA a 3 kVA é outra novidade da companhia. A nova linha oferece opções de automação projetadas para ajudar profissionais de TI a gerenciar e proteger remotamente sua infraestrutura crítica.

Já o nobreak 9PHD é o lançamento da Eaton para ambientes industriais hostis. Com grau de proteção IP 54, o equipamento suporta difíceis condições de trabalho e garante confiabilidade de sistemas críticos em ambientes exigentes da indústria de processos, marítima ou ferroviária. O novo nobreak, segundo a companhia, possui um núcleo sofisticado e oferece mais de 96% de eficiência em modo de dupla conversão e 99% ao operar no modo ESS. Está disponível na faixa de potência de 40 kVA a 200 kVA e está disponível em dois tamanhos de gabinetes, dependendo da configuração do transformador e da energia necessária.

Sylvania agora é Ozli do Brasil

 

A marca da Sylvania passa a se chamar Ozli do Brasil. A alteração ocorreu por conta da mudança de controle acionário da empresa, que ocorreu globalmente. Aqui no Brasil, a bandeira mantida foi Havells Sylvania. Como a marca Sylvanya foi embora com a venda mundial, nós fomos obrigados a mudarmos a marca aqui no Brasil, uma vez que a marca antiga ainda continua operando, porém fora do País. Então oficialmente a partir de agora a Havells Sylvania do Brasil passa a se chamar Ozli. Essas foram as palavras do diretor administrativo financeiro da compania, Luiz Carlos Belo

Através da experiência ao longo dos 70 anos de Sylvania em território nacional, a Ozli enfrenta um novo desafio, que é lançar a marca para o Brasil e para o exterior, vestindo uma nova roupagem e trazendo um portfólio mais amplo e atualizado.

A operação da Ozli está localizada em um novo escritório central, mais moderno e colaborativo, sediado em Alphaville (SP). Os próximos passos da Ozli seguem na direção do seu fortalecimento em novos mercados nacionais e internacionais, e uma das novidades é o incremento de seu portfólio, por meio de lançamentos exclusivos, com designs que valorizam o ambiente e o momento.

Concluindo

“A equipe, os processos, a qualidade, os fornecedores, os produtos, são exatamente os mesmos. A única mudança que nós fizemos foi da marca, do nosso escritório e, obviamente, das embalagens. O consumidor final não sofrerá qualquer impacto, porque o que está por trás da Sylvania é uma experiência de 70 anos, e essa experiência migra, automaticamente, para a Ozli”, enfatiza o executivo.

Leilão de Geração A-6

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) realizou nesta quarta­-feira (20/12) o Leilão de Geração nº 04/2017, que movimentou ao todo R$ 108 bilhões em contratos, equivalentes a um montante de  572.518.389,600/MWh de energia. O preço médio ao final das negociações foi de R$ 189,45 por MWh, com deságio de 38,7% em relação aos preços-tetos estabelecidos, o que representou uma economia de R$ 68,5 bilhões para os consumidores de energia.

O Diretor da Aneel, Reive Barros, destacou que o resultado foi bastante satisfatório e que há um grande interesse dos investidores no setor elétrico. Além disso, enfatizou que a Aneel acompanhará de perto o cumprimento dos contratos. “É importante que as empresas entreguem no prazo e com a qualidade desejada. Queremos evitar ao máximo a revogação de concessões que não entregaram no prazo estipulado”, reiterou.

Ao final das negociações, foram contratados 63 empreendimentos de geração, sendo 49 usinas eólicas (691,8 MW médios), seis Pequenas Centrais Hidrelétricas – PCHs (71,3 MW médios), seis térmicas movidas a biomassa (102,6 MW médios) e duas térmicas a gás natural (1.870,9 MW médios), somando 2.736,6 MW médios de energia contratada.

Ao todo, os projetos que foram contratados totalizam 2.930,9 MW médios de garantia física e as usinas deverão iniciar o fornecimento de energia elétrica a partir de 1º de janeiro de 2023.

O preço médio final do leilão para as PCH’s foi de R$ 219,20/MWh. No caso das usinas térmicas movida a biomassa, o preço médio foi de R$ 216,82/MWh, as térmicas a gás natural foram negociadas a um preço médio de R$ 213,46/MWh. Já para as usinas eólicas, o preço médio fechou em R$ 98,62/MWh.

Os empreendimentos

Os estados com os empreendimentos contratados foram o Piauí (17 usinas), Rio Grande do Norte (12 usinas), Paraíba (9 usinas), Maranhão (4 usinas), Bahia (4 usinas), Pernambuco (3 usinas), São Paulo (3 usinas), Santa Catarina (2 usinas), Rio Grande do Sul (2 usinas), Rio de Janeiro (2 usinas), Minas Gerais (2 usinas), além de Mato Grosso, Paraná e Goiás com uma usina em cada estado.

Participaram do certame, como compradoras da energia negociada, 25 concessionárias de distribuição com destaque para a Cemig D (9,55% do total negociado), Coelba (9,1% do total) e Copel D (8,7% do total negociado). Os contratos são de 30 anos para as usinas hidrelétricas na modalidade por quantidade, 25 anos para as térmicas e 20 anos para as usinas eólicas. Os resultados completos estão disponíveis no site da CCEE.

 

Entendendo a conta de energia elétrica

Se existe uma afirmação que todos podemos fazer sem medo de errar é a de que o Brasil é o país da burocracia. A burocracia está presente muitas vezes nas situações mais simples como, por exemplo, a matricula de um filho na escola ou faculdade, a compra de um carro, a compra de um imóvel, casamento, divórcio, etc., ou seja, em quase tudo. Seja na quantidade de documentos exigidos ou nos inúmeros procedimentos a serem seguidos, uma quantidade imensa de exigências que no fundo nos fazem apenas perder tempo mais do que qualquer outra coisa.

Com as nossas contas fixas a situação não é diferente, mas dessa vez estamos falando da quantidade informações nelas contidas que, convenhamos, por causa da nossa falta de tempo e verdadeiro desânimo quando nos deparamos com tanta informação, acabamos por não olhar e, por causa disso, acabamos “ficando no prejuízo”.

No artigo de hoje vamos conhecer, isso mesmo… conhecer as informações que fazem parte da nossa conta de energia elétrica. Embora a imagem usada seja de uma conta do estado de São Paulo, acreditamos que por uma questão de padronização, pelo menos no que diz respeito as informações a nos serem apresentadas como consumidor, as contas dos outros estados devam ser idênticas. Vejamos:

Conta-Frente

Observe na imagem os campos marcados com círculos laranja e seus respectivos números. Vamos ver agora a descrição de cada um deles:

  1. Número de instalação: Fundamental para solicitar serviços e tirar dúvidas com a AES Eletropaulo.
  2. Mês de referência.
  3. Data de emissão da fatura.
  4. Data de vencimento (na qual a fatura deve ser paga).
  5. Dados do consumidor.
  6. Informações fiscais, número fiscal, valores de ICMS, alíquota.
  7. Informações técnicas da instalação, variações de tensão máxima e mínima permitidas.
  8. Dados de leitura e consumo.
  9. Detalhamento dos valores que compõem a tarifa de energia elétrica.
  10. Valor da conta descriminado em detalhes.
  11. Histórico de consumo.
  12. Valor da fatura.
  13. Débito automático: Número para cadastro em sua conta, caso queira deixar a conta em débito automático.
  14. Importante: Campo com anotações sobre consumo de energia.
  15. Notificação de contas vencidas, caso existam.
  16. Índices de qualidade da sua energia.
  17. Contato em caso de problemas com iluminação pública.
  18. Endereço da rede conveniada de atendimento mais próxima.
  19. Código de barras para efetuar o pagamento.

Esperamos tê-lo ajudado para uma melhor compreensão da conta.

Os eletricistas e a segurança

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O eletricista é o tipo de profissional que, além de conhecimento tecnico, precisa ser ágil na execução das tarefas manuais. Embora as duas habilidades (conhecimento manual e técnico) estejam intimamente relacionadas, o conhecimento técnico é fundamental no sentido de prevenção de acidentes, uma vez que a “matéria prima” dessa profissão é muito perigosa, e quando acidentes acontecem as consequências geralmente não são nem um pouco boas.

A solução para que acidentes sejam evitados é a mesma aplicada a outras profissões com algum grau de periculosidade, ou seja, o uso de equipamentos de segurança e os cuidados durante os procedimentos. Como equipamentos de segurança, podemos citar: capacetes, capas, luvas e botas. Todos eles, preferencialmente fabricados com material emborrachado e impermeável.

Para os trabalhos realizadas em alturas superiores a 2m, o uso do cinto de segurança é fundamental e indispensável, uma vez que o risco de uma queda pode ser considerado alto. Além disso, as escadas devem ser emborrachadas ou de madeira, nunca metálicas. A proteção dos olhos não deve ser esquecida e pode ser feita através do uso de óculos de segurança ou viseiras acopladas em determinados tipos de capacetes.

Ok, mas quais os tipos mais comuns de acidentes que acometem eletricistas. Vejamos uma lista a seguir:

Arcos elétricos: o arco elétrico ou voltaico se caracteriza pelo fluxo de corrente elétrica através de um meio isolante como o ar, por exemplo. Acidentes provocados por arcos elétricos podem causar queimaduras de segundo e terceiro graus;

Queimaduras: diferentemente de outros tipos de queimaduras, as elétricas são mais ofensivas, uma vez que são capazes de causar lesões internas com muito mais intensidade;

Quedas: estas já são perigosas por si só, mas se acontecerem depois de um choque elétrico, podem resultar em consequências bem piores. As quedas geralmente acontecem por conta de imprudência, negligência, imperícia ou excesso de confiança;

Asfixia: podem ocorrer em ambientes onde o eletricista precisar trabalhar confinado, tais como caixas subterrâneas e/ou estações de transformação e distribuição;

Explosões: essas podem ser provocadas por arcos elétricos, centelhamento de escovas de motores ou em ambientes com ocorrência de gases e vapores exclusivos;

Incêndios: esses são geralmente causados por curtos-circuitos em locais onde hajam materiais inflamáveis;

Ergonômicos: acontecem principalmente por causa da má postura adotada pelo eletricista durante a execução de suas tarefas.

Se você é eletricista ou executa determinadas tarefas onde a eletricidade está presente, não esqueça de usar equipamentos de segurança e seguir as instruções de forma correta. Ainda assim, pode ser que você não esteja garantindo 100% de imunidade a um acidente, mas certamente as chances serão muito diminuídas, o que certamente contribuirá para a sua segurança e das demais pessoas que estejam trabalhando com você.

Eletricista residencial

Eletricista residencial

Eletricista residencial. Desde 2001, a HS. ELETRICISTA vem atuando no mercado, prestando serviços como eletricista.

Especializado nas áreas de  instalação, execução e manutenção na parte elétrica, Redes , Interfonia, Cftv e telefonia. Nós oferecemos aos nossos clientes, técnicos treinados e habilidados para execução dos serviços com qualidade segurança e agilidade.

Estamos em busca de contrato manutenção em residências, condomínio e empresas facilitando a vida de proprietários, síndicos e gerentes. Desta forma, não será preciso chamar um fornecedor para cada tipo de serviços.

Atendemos todos os dias.

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